O meu "feeling"...
Howdy, people!
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Howdy, people!
Depois de assistir atentamente ao video "caseiro" (aqui mais acima no blog) em que a actriz brasileira Maitê Proença é protagonista enquanto se passeia por solo Luso, acho sinceramente que nós é que lhe devemos um pedido de desculpas e ainda alguns esclarecimentos adicionais.
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Entre sucessos como os vários monólogos que gravou, dos quais se destacam "A Guerra de 1908" e "História da Minha Vida" (que bateram até os recordes de Amália, na altura), sucessos nos teatros de revista, comédias e televisão (lembro o enorme sucesso de "Zip-Zip"), Raúl fez um pouco de tudo muito bem. Até chegou a cantar, destacando aqui "Malmequer" e "O Penitente".
Queria apenas deixar aqui um RIP (Rest In Peace), ou melhor, um "Descansa em paz", para o senhor que, um dia, nos pediu o favor de sermos felizes.
Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
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Nunca fui fã. Nunca ao ponto de ouvir muito a música e de a conhecer a sério. Claro que conhecia, como toda a gente, os principais êxitos, como Thriller, Bad, Billy Jean, etc.
Agora que já mostrei que respeitava e admirava profundamente o artista Michael Jackson, vamos falar da parte mais complicada... a pessoa Michael Jackson.
Vamos por partes:
Não digo isto por lhe atribuir mais integridade agora, mas por começar a reconhecer na pessoa Michael Jackson a extensão da loucura que já lhe via, especialmente nos últimos 10 a 15 anos.
Se a isto juntarmos a infância para lá de difícil que teve, sendo aterrorizado pelo pai, juntamente com os irmãos, para conseguirem ser os melhores, enquanto "The Jackson 5", torna-se razoável crer que, se Michael se aninhava com crianças na sua cama, a sua ideia nunca era sexual, mas um misto de tratar delas como nunca foi tratado enquanto criança e, ao mesmo tempo, sentir-se um pouco criança, no seu meio.
Quanto ao nariz, continuo a crer que foi perfeitamente propositado, e não por ter partido o nariz. O próprio Michael chegou a dizer, em entrevista para o documentário, que o seu pai o gozava por causa do seu nariz (entre outras coisas) quando era criança.
Já no que toca à doença de pele, só agora me dei ao trabalho de pesquisar.
Não digo desde já que seja verdade, a questão do Vitiligo de M.Jackson, mas afirmo hoje que é uma hipótese para lá de plausível! É mesmo perfeitamente possível, especialmente depois de observar algumas fotos em que se consegue ver, em Michael, depois de suado e de, naturalmente, ter a maquilhagem um tanto maltratada, em concertos, algumas manchas que poderão ser os sintomas de Vitiligo.
Resumindo, venho por este meio afirmar que mudei de opinião. Que reconheço que poderia estar errado quanto à pessoa, Michael Jackson. E dizer que, agora, também em relação a ele, passo a aplicar a máxima que gosto de aplicar no geral das situações: Toda a gente é inocente até prova em contrário!
E, porque acima de tudo, uma pessoa deve saber admitir quando errou, sem medo de que outros possam achar que é a mesma hipocrisia que faz a generalidade das pessoas "santificar" alguém depois da morte... Apesar da "coisa" em que se tornou, física e psicologicamente, por causa das plásticas, pancadas e afins, é também uma pessoa que mereceu nosso respeito, nem que seja pela forma como apoiou a ajuda internacional, salvando muita gente, e também pelo facto de, ainda que de uma forma distorcida, ter-se dedicado às crianças e a ser o mais bondoso que imaginava poder ser para elas... A intenção, afinal, talvez fosse boa. Desculpa, Michael.
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