sábado, 12 de abril de 2008

Aprendi que...

Howdy, people!

Há uns tempos, recebi por e-mail uma pequena e engraçada lista de coisas que se "aprende" quando amadurecemos (ou crescemos).

Achei interessante publicar aqui a dita lista:

"As I mature...

I've learned that you cannot make someone love you. All you can do is stalk them and hope they panic and give in.

I've learned that no matter how much I care, some people are just assholes.

I've learned that it takes years to build up trust, and it only takes suspicion, not proof, to destroy it.

I've learned that you can get by on charm for about fifteen minutes. After that, you'd better have a big willy or huge boobs.

I've learned that you shouldn't compare yourself to others - they are more screwed up than you think.

I've learned that you can keep vomiting long after you think you're finished.

I've learned that we are responsible for what we do, unless we are celebrities.

I've learned that regardless of how hot and steamy a relationship is at first, the passion fades, and there had better be a lot of money to take it's place!

I've learned that 99% of the time when something isn't working in your house, one of your kids did it.

I've learned that the people you care most about in life are taken from you too soon and all the less important ones just never go away.

Pass this along to 5 friends... trust me, they'll appreciate it. Who knows, maybe something good will happen.

If not... though shit."

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

sábado, 29 de março de 2008

"Children See. Children Do."


Howdy, people!

Encontrei este vídeo há vários meses, e desde logo fez parte dos meus favoritos, no YouTube. Se só agora aparece aqui no Bullions, é porque encontrei neste momento, com o recente "escândalo" no mundo da Educação em Portugal, a altura ideal para vos mostrar!

Na última semana, o "escândalo" foi a passagem na TV de um vídeo do YouTube que mostrava uma professora de francês em luta de igual para igual com uma das suas alunas, depois de lhe ter confiscado o telemóvel. Segundo consta, a menina em questão estaría a fazer uso indevido do telemóvel durante a aula (trocando SMS ou mesmo telefonando), e a professora decidiu - e bem - retirar-lhe o aparelho.

A "coisa" deu para o torto quando a jovem decidiu que a professora não podia tirar-lhe a "arma do crime", e começou a gritar e a lutar com a pedagoga pela posse do telefone.

Como se não bastasse a luta de poder entre uma aluna e uma professora, a triste cena foi assistida com risos pelos colegas, e mesmo filmada por um dos colegas, com espírito de realizador de "Reality Shows" da TVI.

Começa a falar-se em erros do Governo... Há psicólogos vêm dizer que os pobrezinhos dos jovens precisam de ser seguidos de perto por profissionais, etc.
Há ainda quem defenda que a jovem tem o direito de ter e usar o telemóvel onde lhe convém. E que a professora é que agiu mal...

Com tanta estupidez, é fácil perceber o estado do país!

Antes de mais, todo este escândalo à volta deste particular incidente só traz de bom que se veja o que se passa normalmente em escolas por todo o país.
Não está em causa ESTE incidente, nem o que acontece a ESTA rapariga! Devemos ver isto como uma amostra do que as escolas Portuguesas, no geral, têm para oferecer, em termos de alunos.

Até certo ponto, concordo com o que diz muita gente, especialmente na TV: que um dos grandes males da nação é a Educação!
Mas o problema é que o que eu entendo como Educação, neste caso, não é o que essas pessoas entendem.
O problema não está, a meu ver, nas reforma curriculares, nas medidas do Ministério da Educação, etc. O problema está mesmo é na (des)educação dada pelos pais, em casa!...
É que, não entendo porquê, as pessoas têm cada vez mais a ideia que a educação dos jovens está entregue, e é da responsabilidade do sistema de ensino... E NÃO É!
O sistema de ensino existe para ENSINAR os jovens. Para educar há umas pessoas especializadas (ou que deveriam ser), às quais se dão os nomes de "PAI" e "MÃE"!

No caso específico, e servindo de exemplo para o que se passa por todo o país, nota-se que esta menina nunca teve uma pontinha de educação em casa. Não digo que se bata nos filhos, pois a educação não necessita dessas medidas.
Mas há que adoptar uma posição rígida e justa quando se trata de dizer que "SIM" ou que "NÃO"!... E quer-me parecer que jovens como esta menina e o "cameraman" de serviço não ouviram "NÃO"s suficientes em casa!

De qualquer forma, acho que o vídeo em cima diz tudo! A Educação de cada criança é uma obrigação de todos nós! Toda a gente que se cruza com uma criança na sua infância e que, à sua frente, opera qualquer tipo de acção, está automaticamente a educá-la para certo tipo de atitude!
Educar não é ser simpático e fazer "as vontadinhas". Educar é saber quando dizer "SIM" e quando dizer "NÃO". E fazê-lo com justiça e autoridade!

Para terminar, quero citar o primeiro vídeo na frase final que, a meu ver, resume este artigo:
"Make your influence positive!" (Torne a sua influência positiva!)


Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

quinta-feira, 27 de março de 2008

"Olha que ratazanazita tão fofa!"

Howdy, people!

Hoje escrevo-vos de algo que me irrita solenemente.
Como alfacinha de gema, sempre estive habituado, para o bem e para o mal, a partilhar a cidade com outras espécies de animais, entre eles, os pombos!

Qualquer cidade grande na Europa, e onde haja grandes praças e afins, está habituada à presença destas afáveis aves. Normalmente vemo-los como aqueles adoráveis seres de asas que se passeiam em bandos pela cidade e às quais os velhinhos e as crianças gostam de oferecer milho, bocadinhos de pão, etc.

Tudo isto teria um tom extremamente nostálgico e belo, não fosse o facto de essas adoráveis criaturas fazerem parte de um lote de animais que estão no topo das vias de transmissão de doenças, nas cidades.

Há um par de anos fiz uma viagem à cidade do Porto, com uns colegas, e quando passeávamos pelo centro da cidade, alguns deles decidiram trazer de volta a criança que um dia foram, e começaram a correr pela praça central, assustando os imensos pombos que lá se encontravam, mais parecendo que tinham andado a fumar substâncias ilícitas... De qualquer forma, uma senhora com os seus 70 e tal - 80 anos, abordou-nos à boa moda do Porto que, tanto pode ser a mais amistosa do mundo, como a mais violenta e disparatada...
E, acreditem, desta vez não foi uma abordagem muito amistosa!
A senhora mostrava-se revoltadíssima pela falta de consideração e de coração mostradas por "nós", jovens, ao assustar as "pobres criaturas".
Entre indicações pouco ortodoxas ("Fo**-se! Vão mas é para a p*** que vos pariu!", e afins), a senhora deixou bem claro que estávamos a perturbar a refeição das aves que ela, tão docemente, distribuía!

Tentámos chamá-la à razão sem, no entanto, deixar de reconhecer a falta de maturidade no comportamento dos nossos colegas.
Era escusado!
Nós éramos ali os bandidos!
Acabámos por pedir desculpa pelo comportamento "das crianças" e virámos costas à senhora, enquanto ela ainda rabujava, disparando insultos pelo meio...

Em Lisboa, este amor pelos pombos também se mostra em cada praceta, rua ou grande praça da zona velha. Ele é ver idosos, crianças e turistas no meio dos pombos (que se apoderam quase inteiramente dos passeios, praças e monumentos), a atirar milho, bocadinhos de pão cuidadosamente partidos, etc.
Chega a ser algo carinhoso de ver as crianças ainda pequeninas a alimentar e a correr entre os pássaros enquanto exprimem nas faces o contentamento que proporciona tal visão tão bonita, dos pombos a voar e a comer quase das suas mãos...

No entanto, todo este belo cenário esconde uma terrível verdade!
É que ao deixarmos as nossas crianças brincarem no meio destas afáveis aves, é como se os estivéssemos a colocar no meio de uma população de ratazanas, em pleno esgoto, para que as alimentassem e brincassem com elas!
O perigo de transmissão de doenças é igualmente enorme, no que toca aos pombos. São animais que viajam pela cidade, estabelecendo-se onde quer que possam arranjar comida, seja da mão dessas crianças ou velhinhas, seja de contentores de lixo, desperdícios tóxicos, toda a espécie de lixo que se encontra deixado no chão da cidade (outra coisa a criticar, por parte desta suja e degradada raça humana), etc.

Por isso, em nome do Bullions faço aqui um apelo a todos:
NÃO ALIMENTEM OS POMBOS!!!

Se não conseguirem ver no perigo de transmissão de doenças, no arruinar de monumentos nacionais e municipais com as suas fezes, nem no simples facto de se tratar de uma PRAGA, razões suficientes para pararem de os alimentar, então é porque não têm consciência cívica nem social e, assim sendo, lembro apenas que alimentar os pombos na cidade de Lisboa é legalmente punível com multa, uma vez que o próprio município leva a cabo um controle da população de pombos a longo prazo!

Portanto, mesmo que não se importem de correr riscos de doença, colocar as vossas crianças sob esse risco, ver os monumentos nacionais degradarem-se ou, simplesmente, os vossos automóveis, abstenham-se então de alimentá-los, nem que seja por causa das multas!

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

segunda-feira, 17 de março de 2008

Estas calças não me encaixam!!

Tenho pena de não conseguir arranjar imagens da nova campanha da Levi's em Portugal. Cartazes como este estão afixados na rua, revistas, tv, etc. Ora bem, a imagem em si, não tem nada de especial, não vou estar aqui a comentar a campanha. O que quero chamar a atenção é para a tradução do slogan (parece que agora é moda andar a traduzir slogans). Pode-se ver nos cartazes originais o seguinte: "Originals never fit" o que está traduzido para português como: "As originais nunca encaixam". Ora quem percebe o mínimo de inglês sabe, que apesar de "fit" possa ser "encaixe" nalguns contextos, este não é um deles! A tradução correcta seria, a meu ver, "As originais nunca servem".
Se já é suficientemente estúpido estar a traduzir slogans, ao menos que o façam como deve ser...




segunda-feira, 10 de março de 2008

"Think different"! Malucos... ou génios?!


Howdy, people!
Sendo ainda um "novato" na minha área profissional, há pouco tempo que introduzi na minha vida uma das mais importantes ferramentas de trabalho: um iMac.
Tendo vários formadores nesta área do Design que são autênticos "mac-maníacos", ao início estranhei tanta euforia e determinação na defesa da Apple e dos computadores Macintosh. Todos eles se mostraram fãs de Mac, defendendo-os de forma tão fervorosa que parecia eu a defender o Benfica... Ás vezes até um tanto cegamente...
Durante um tempo observei esse comportamento com estranheza. Afinal, trata-se de um simples computador, certo?!
Errado!
Agora que entrei no mundo da Apple, com o meu iMac de 20 polegadas, e trabalhando todos os dias em iMacs da geração anterior, na escola (portanto, quando não estou a trabalhar no meu), percebo que um Mac é bem mais que um computador... Ter um Mac é uma paixão... Um modo de vida!
Pode dizer-se que se aplica aqui aquele dito:
"Primeiro estranha-se, depois entranha-se!"

A mentalidade irreverente e criativa que domina a empresa (e que é marca no seu "claim": "Think different"), transparece através de todos os produtos, em especial nos computadores Macintosh que, lançados em 1984, são hoje um símbolo!

Também a mostrar esta mentalidade estão os seus anúncios, que acabam por passar o próprio Design, chegando a ser autênticas obras de arte, ou mesmo, marcos na história da televisão (como é o caso de "1984", que marcou o lançamento do primeiro Macintosh e que, quando puder, colocarei aqui no Bullions).
Por agora, fiquem com este vídeo que adorei, especialmente pelo conteúdo! Pelas ideias!... Tomem atenção à "voz-off".

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

sábado, 8 de março de 2008

Em jeito de prenda do Dia da Mulher...

Howdy, people!

Gostaria de poder ter no Bullions, especialmente num dia como o de hoje, uns esclarecimentos referentes a alguns comportamentos das mulheres. Até porque, no Dia da Mulher, seria interessante dar um presente... aos homens!
Mas como poucos homens se podem gabar de saber realmente como funcionam as mentes do sexo oposto (e os que podem, andam ocupados a ler a Maria, a ver a Tertúlia Cor-de-Rosa, ou mesmo As Tardes da Júlia), dificilmente verão aqui um artigo do género.

E já que não posso dar aos bullionautas homens uma ajuda para compreenderem as mulheres, decidi, pelo menos, (tentar) ajuda-los (ou ajudar-nos) esclarecendo as mulheres em relação a alguns aspectos do comportamento masculino.

Se há coisa com que as mulheres embirram, são as chamadas "revistas masculinas". O facto de um homem gostar de ler a FHM, a Maxmen, ou mesmo até a Playboy (sim, porque há muito para ler em qualquer uma delas), transforma-o automaticamente, aos olhos das mulheres, num "porco".
Pois bem, informo em primeira-mão que não há nada de "porco" em ler revistas masculinas, meninas!
Qualquer das senhoras que já se tenha dado ao trabalho de abrir e folhear uma revista masculina, sabe perfeitamente que aquilo é bem mais que uma exposição de mamas desnudas. Aliás, por vezes chega a não haver sequer mamas desnudas.

Uma revista considerada "masculina" está composta por vários pontos essenciais: Publicidade que nunca mais acaba: seja a roupas, acessórios, água de colónia, after-shave, automóveis, outras revistas e, claro, jogos, toques e imagens para telemóvel!
É ainda composta por artigos de opinião, entrevistas, secção de anedotas, artigos sobre futebol, ou outros desportos (especialmente os motorizados). Reportagens sérias sobre história, criminologia ou coisas do género, artigos de notícias, curiosidades, esclarecimento de dúvidas em relação ao comportamento das mulheres, etc.
No meio de tudo isto, há normalmente duas a três reportagens com entrevista e exposição fotográfica de uma mulher (ou mais, em casos especiais), escolhida, normalmente, pelos seus atributos físicos.

Claro que, para chamar a atenção para a revista, é normalmente focada uma das mulheres que é assim marcada como "a capa da revista". Chega a ser uma rampa de lançamento para muitas mulheres no mundo do espectáculo, especialmente conseguindo ser "capa de revista".

O caso em que esta forte influência nas carreiras das modelos fotografadas se torna mais flagrante é, claro, a Playboy. Talvez se contem pelos dedos das mãos as "sex-symbols" da história internacional que não tenham passado pela capa desta mítica revista das "coelhinhas".
Hoje em dia, talvez já haja menos dessas "sex-symbols" na Playboy do que havia antigamente, mas isso deve-se a uma grande concorrência feita por revistas do género, que estão em ascensão (falo, por exemplo, a nível internacional, da GQ ou da Maxim).
Em suma, uma revista masculina é um mundo enorme, e torna-se diminuidor estar a ver como uma depravação, pensando as senhoras que se trata de alguma espécie de catálogo de mulheres nuas, ou assim.

Devo dizer que, para mim, torna-se uma depravação maior, e de uma tremenda falta de gosto as revistas que fazem do seu ponto forte a exploração da vida íntima das pessoas que, sendo figuras públicas, estão mais vulneráveis a este tipo de mercenarismo.
E quantas mulheres não se apanham na rua transportando ou folheando Luxes, Caras, VIPs, Marias, Anas, etc?!
Ainda assim, abstenho-me de fazer uma careta de desprezo ou mesmo de soltar um "Mas que porca!", quando vejo uma senhora que, sendo uma dama da alta sociedade (ou apenas uma "wannabe"), tem por obrigação estar informada sobre a vida alheia!


Digamos que temos gostos muito diferentes, e não devemos criticar-nos mutuamente. Não sem primeiro, pelo menos, experimentarmos o que o outro tanto gosta de ler, ver ou fazer.

E agora, caras senhoras, atrevam-se a dizer que temos gostos "porcos" quando uma das coisas que mais admiramos é simplesmente a vossa beleza!
(Como, aliás, o Bullions já mostrou em tempos passados, com o projecto "Bullionete"!)

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p


PS: Um beijão grande do Lion para todas as senhoras que leram até ao fim. E que tenham um excelente Dia da Mulher!

segunda-feira, 3 de março de 2008

Só pode ser diarreia... para voltarmos tão cedo à casa-de-banho!

Howdy, people!

Pois é, malta! Tinha prometido que não voltava a escrever tão cedo sobre futebol, mas não resisti...
A tensão tem estado no ar, entre Sporting e Benfica, nos últimos dias:
Foram os insultos dos adeptos leoninos aos benfiquistas durante o jogo do Sporting com o Estrela da Amadora, foi o adepto encarnado esfaqueado...
E, ontem, foi também a porcaria de jogo entre os dois, a contar para a Liga BWIN.
O jogo terminou empatado, em jeito de justiça sarcástica, depois do empate também do líder da prova, o FC Porto.

Apesar das opiniões diferentes da parte de jogadores e equipa técnica leonina, o 1-1 justifica-se porque, durante todo o jogo, raras foram as situações em que se viu jogar futebol a sério.


Não demorou muito para o Sporting abrir o marcador, com um excelente cruzamento de Rodrigo Tiuí, e com Vukcevic, na àrea, a fazer estragos entre os centrais. O Quim bem voou, mas não teve hipóteses!
Ainda antes do intervalo, e depois de duas grandes ameaças - primeiro pelo maestro, Rui costa, e depois por Maxi Pereira -, o Benfica lá chegou ao empate através de um canto batido de forma exemplar por Rui Costa. A cabeça era de Cardozo, e esteve afinada o suficiente!

Ao intervalo o placar já tinha parado, definitivamente, no "1-1". Mas desengane-se quem pensa que, por isso, a 2ª parte não merece comentário!
Na verdade, aconteceu tanta coisa digna de registo, que ficam a faltar linhas!
Até ao apito final houve tempo para uma entrada ríspida de Katsuranis sobre João Moutinho (que merecia, pelo menos, o amarelo para o grego), um penalty por marcar a favor do Sporting, uma representação teatral de nível superior por parte de Tonel, depois de um gesto de Cardozo (que - bem - respondeu no final do jogo que "o futebol não é para mulheres"... é assim mesmo, Óscar), um vermelho muito mal mostrado a Nélson após uma jogada disputada com Celsinho (mais um a mostrar grandes dotes para a arte do teatro, nesta jogada), e uma outra situação em que os jogadores da equipa da casa pediam - mal - o penalty que - bem -, não foi marcado.

No final, fica o registo de um jogo pobre, onde se pôde ver claramente qual a razão de o FC Porto estar tão distante na liderança! Não é porque os "dragões" estejam a fazer um campeonato excepcional (que não estão), mas porque os dois maiores da capital estão a jogar quase ao nível das equipas da 2ª divisão!

Sportinguistas suportam a tese de que mereciam a vitória, com os supostos 2 "penalties" a seu favor. Houve 1 penalty por marcar (e não 2) e, não se pode dizer que fosse golo certo, pois o Quim estava na baliza e, pior, o Polga estava a jogar!
Do seu lado, os benfiquistas, como eu, acham o empate justo, muito embora (agora falo por mim), gostasse de ter visto o Benfica a lutar mais pela vitória.

Para finalizar, uma ironia do destino:
O sorteio das meias-finais da Taça de Portugal ditou que, para a próxima eliminatória, o encontro será um Sporting - Benfica.
Com um pouco de sorte, esta re-edição servirá para o Benfica se redimir e bater a lagartagem no seu estádio, com esperanças que o árbitro para essa partida seja mais correcto na sua actuação!

Pode, ainda assim, dizer-se que o Benfica só pode estar de diarreia, para ter de voltar tão cedo à casa-de-banho!

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

UM GRANDE!... Dois assim-assim...

Howdy, people!

Há muito tempo que não falo aqui de futebol e, por isso, acho que é uma boa oportunidade para dar largas a um assunto que tem sido algo estranho, principalmente para os adeptos do Benfica e para os de uma das duas equipas secundárias da capital, o Sporting. As exibições têm deixado muito a desejar, e os resultados, apesar de não serem os melhores, lá vão camuflando a falta de entrega e jogo de equipa, colocando as equipas nos lugares "bons-quanto-baste": o Benfica no 2º posto, e o Sporting no 4º, logo atrás do Vitória de Guimarães.

Para já, quero deixar aqui vincada a minha grande indignação por não ter sido transmitida a partida entre o Benfica e o Moreirense a contar para a Taça de Portugal. Faz pensar que, ou o Benfica se fez caro para ceder os direitos de transmissão, ou as estações não estavam com vontade de ganhar dinheiro e, por isso, só a SIC decidiu transmitir um encontro, ficando-se, ainda assim, pela transmissão do "jogo" (se podemos chamar-lhe assim) da turma do Campo Grande.

Depois de ver os golos e resumos, há que dizer que nenhum dos chamados "grandes" se mostrou realmente digno desse nome, sendo que o resultado mais expressivo foi o 2-0 do Benfica (até o Porto, que tem estado muito bem no campeonato, se viu aflito para marcar ao Gil Vicente).

Os golos - esses - não foram nada de especial, sendo que o "melhor golo da eliminatória" (não que tenha havido algum GRANDE golo) terá sido o do maestro de sempre das "papoilas saltitantes", Rui Costa. Foi então seguido de perto pelo golo de Tarik Sektioui, que não sendo espectacular, foi fruto de uma boa jogada individual, e foi finalizado com autoridade.
Dos restantes golos dos "grandes", sobram um golito algo atrapalhado do reforço encarnado de Inverno, Ariza Makukula, e uma dádiva de um defesa do Estrela da Amadora ao avançado verde, Purovic, que levou com o esférico na "tola" e ficou tão surpreso por vê-lo entrar na baliza como eu ou outra qualquer alma ainda a assistir ao que se queria que fosse uma partida de futebol.


Falta ainda dizer que, apesar de resultados pobres e de exibições fracas e deprimentes por parte da equipa do SLB, os adeptos do Sporting fizeram, como já fazem há muito (quase tanto como os do FCP), com que eu ainda tivesse mais orgulho em ser benfiquista, do que naturalmente já tenho e sempre terei!

Como já se tem vindo a tornar hábito nos últimos anos, tanto com Porto como com Sporting, esta vitória suada dos verdinhos (nome pelo qual eram mais conhecidos os agentes da EMEL) foi festejada com injúrias à comunidade benfiquista. É engraçado como, entre os supostos "TRÊS grandes", só um se mostra GRANDE o suficiente para se preocupar consigo próprio enquanto festeja as vitórias ou engole as derrotas.

Naturalmente que, em alturas como esta, só desejo que passe uma manada de elefantes por Alvalade e que espezinhe todos os irritantes e infames répteis, autores de tão festivos cânticos, uma vez que, como podem calcular, não gosto que me chamem "Filho da P***"! Pois, apesar de acreditar em Deus, tenho presente que isso de "sermos todos irmãos" é figurativo!
Portanto, amigos lagartos e tripeiros (basicamente, anti-benfiquistas):
Não sei quem vos disse isso, mas mentiu-vos... É que eu não sou filho de nenhuma das senhoras que vos deram a Alvalade e às Antas (ou ao Dragão, para os mais precoces)!
Digo "Alvalade" e "Antas" para não sujar o nome da "Luz"...
A minha mãezinha também apoia o vermelho e nunca foi nem será nada parecida com a "mãe" que descrevem no cântico que entoam quando os vossos cotovelos doem com mais intensidade.


Pergunto assim, apesar de ainda há pouco tempo ter - eu próprio - comentado com o Bull essa situação, se afinal a parte do Hino encarnado que diz "(...)sou d'um clube lutador / que na luta com fervor / nunca encontrou rival / neste nosso Portugal(...)" estará tão desactualizada como eu pensava... É que não vejo mais nenhum clube de futebol realmente GRANDE, em Portugal.
Talvez apareça, um dia! Até lá só se vai provando a grandeza do Sport Lisboa e Benfica.


Bom, foi o primeiro artigo sobre futebol no ano de 2008.

E voltaremos dentro de alguns dias com GRANDES novidades!

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!

Peace ;p

domingo, 24 de fevereiro de 2008

As Cheerleders do Benfica, pioneiras em Portugal!

Howdy, people!

Hoje venho escrevinhar um curto artigo sobre uma das principais atracções dos jogos do nosso grande Benfica. Infelizmente, as exibições da equipa de futebol profissional têm estado bem longe do que é o seu real valor e, por isso, deixam-se ultrapassar por outros dois momentos do espectáculo, na preferência dos adeptos:
O voo da águia Vitória (sem dúvida o melhor momento de cada noite desportiva na Catedral), e a apresentação das agora chamadas "Axe Dancers".

Estive há algum tempo no estádio do nosso rançoso segundo rival (a lagartagem que me desculpe) e pude ver o que é a pobre apresentação das "Cheerleaders do Sporting". Não sei se o FCP também já seguiu esse caminho, mas se não o fez, decerto não tardará em lançar as "Cheerleaders do Porto".



A moda, é sabido, veio dos Estados Unidos da América, mas com a diferença de as "cheerleaders" portuguesas só se apresentarem nos intervalos.
Nos EUA, a ideia principal é que as meninas passem todo o jogo, ou partes importantes deste, a puxar pela equipa. Ou melhor, a puxar pelos adeptos para que estes puxem mais pela equipa.
Tal como a mascote que deve ter uma actuação mais em comunhão com a das meninas dos pompons.
Claro que isto depende do desporto. Se falarmos de basquetebol, as "cheerleaders" norte-americanas são exactamente como cá, um entretenimento de intervalo, sem, naturalmente, lhes retirar o mérito e trabalho de puxar pela equipa da casa.

No Benfica, ainda o estádio cheirava a novo quando apareceram as "Super-Águias". Vestiam de vermelho e branco e, quando dançavam, tudo o que se agitava no ar era vermelho ou branco: Roupas, pompons, etc. Só os cabelos não o eram, claro!
Mas a ideia era que vestissem as cores do Glorioso, e desempenhavam o seu papel muito bem. Representavam as cores do Clube, tinham excelentes coreografias, dançavam muito bem e ao som de músicas bem escolhidas.
Podiam, em dias de inverno, vestir calças em vez de mini-saias, mas sempre dentro de um padrão de uniforme destacadamente benfiquista.



Hoje, depois de uma fase de transição de "Cheerleaders do Benfica" em que vestiram laranja, chamam-se "Axe Dancers" e vestem o que à marca patrocinadora der mais jeito que vistam! As cores já não representam o clube e, nem no que toca à sensualidade (no caso dos novos uniformes castanhos) as roupas ajudam.
Elas continuam a dançar e a animar os espectáculos na Catedral, continuam a ser belas e a espalhar sensualidade nos intervalos, mas falta-lhes a identidade que já tiveram, enquanto "Super-Águias"!

Sei que nem tudo são rosas, mas há que dar os parabéns a este grupo de raparigas que, ultimamente, e a par da águia Vitória, têm minimizado o sentimento de dinheiro deitado à rua no fim de cada jogo!
Apesar de tudo, e por baixo daquelas cores e letras da marca de desodorizantes, elas ainda são e serão sempre (espero), as nossas Super-Águias!
Fiquem bem, malta!.. E portem-se mal!
Peace ;p



PS: Os vídeos são de uma reportagem do jornal desportivo online "Sportugal", no tempo em que as "Cheerleaders do Benfica" eram patrocinadas pela "Trifene 200", e estão presentes para visualização no YouTube. Para verem toda a reportagem, vão a www.sportugal.pt!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Onde está a PETA quando é preciso?!

Howdy, people!

Ontem (sexta feira, 15 de Fevereiro de 2008), estava eu a ler o Global, um dos imensos jornais gratuitos distribuidos nas ruas da cidade de Lisboa, e deparei-me com um artigo sobre um negócio que, não sendo novo (pela pesquisa na internet, pude ver que já há várias empresas do género), foi novidade para mim.

O artigo falava da empresa norte-americana chamada Flexpetz, presente em Nova Iorque e Los Angeles (e que pretende ainda estender-se a Londres, São Francisco e Washington), cujo negócio passa por alugar animais de estimação ao dia.

É isso mesmo!
Bom, esta empresa não é a única no sector, a funcionar nos EUA...
E todas usam, como desculpa para o negócio, a ajuda a animais abandonados. Através da minha pesquisa, pude ver que o negócio do "rent-a-pet" não se prende com os cães, estendendo-se a gatos, galinhas... Enfim, muitas outras espécies.

Para este artigo vou partir do princípio que todos são animais abandonados, embora não acredite que haja muitos "pintos" (falo dos filhotes da galinha, para os engraçadinhos entre as pessoas que me conhecem) abandonados.
No que toca à empresa tratada no artigo de jornal, a Flexpetz, fala-se numa mensalidade de 50 dólares (cerca de €34), podendo os clientes escolher o animal a partir de um catálogo online, a qualquer hora. Paga-se depois, para tal, uma tarifa de 25 dólares (cerca de €17), havendo ainda a opção da entrega ao domicílio, subindo o preço para 35 dólares (ou cerca de €24).
Diz o artigo que o negócio é a pensar nos amantes dos animais que não podem ter animais de estimação a tempo inteiro, por falta de disponibilidade.

Resumindo, trata-se de pagar uma mensalidade para poder escolher entre um catálogo e alugar o animal que nos apetece ter na altura porque, graças ao nosso trabalho, estamos sempre de um lado para o outro...

Ora, é sabido que os animais de estimação, assim como qualquer ser vivo, tem necessidade de criar laços. Imaginem, por um momento, que uma empresa do género resolvia alugar crianças, dentro do mesmo conceito, desculpando-se com as crianças que ficam na rua, sem pais, etc. Faría algum sentido?
Claro que não! As necessidades de um cão, ou outro animal doméstico (mesmo os gatos, por mais independentes que sejam) são em quase tudo semelhantes às de uma criança, em termos de afecto e atenção.
Qualquer amante de animais que não tenha disponibilidade para ter um animal de estimação entende isto, e não vai ALUGAR um animal. Simplesmente não se tem os animais, ou então tenta-se conjugar as coisas para se poder adoptar um a tempo inteiro.
Na prática, ao alugar estes animais, estamos a pagar pela companhia de um outro ser vivo, o qual, no final desse tempo, quando possivelmente esteja a começar a habituar-se à nossa presença, volta para a sua jaula nas instalações da empresa, de onde saíu.
Com isto a passar-se, pelo menos nos EUA, com várias empresas, não entendo porque é que ainda não há nenhuma acção da PETA ou de outras organizações de apoio aos animais para impedir que este negócio prossiga!

Não digo que não compreendo como é que há quem dê dinheiro a estas empresas, porque sei perfeitamente que há pessoas que, achando-se "amantes de animais", gostam apenas de os ter e de "brincar" com eles quando lhes apetece, sem nunca se preocuparem com o que será melhor para eles, o que, por vezes, passa por escolher simplesmente não adoptar animais de companhia, muito menos alugá-los!

Enfim, são os EUA no seu melhor!
Fico com esperanças de não abrir o jornal, um dia destes, e deparar-me com uma empresa portuguesa no ramo.
Tenho ainda a esperança de, abrindo realmente o jornal, um dia destes, ler um artigo a dar conta de acções contra este tipo de mercenarismo grosseiro!
Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

Uma imensidão de possibilidades!



Howdy, people!
Daqui fala-vos um indivíduo que está cada vez mais apaixonado pelo seu iMac.
E como qualquer MacManíaco que se preze, eu também tenho de fazer pouco da Microsoft. Daí, encontrei este vídeo no YouTube, e achei engraçadito!

Claro que, no final, o que interessa não é quem ganha (entre Apple e Microsoft), mas que ganhemos todos (os consumidores), de preferência com as tecnologias desenvolvidas pelos dois gigantes. Isto em vez de estarmos a arrear uns nos outros por causa de uma empresa de produtos informáticos da qual não vemos sequer um tostão!
É bem mais parvo do que abrir beiços de lagartos e tripeiros à pancada só porque estão vestidos de verde ou azul!

Mas pronto, umas piadinhas sarcásticas nunca fizeram mal a ninguém!
(A não ser a apoiantes da Microsoft ou da Apple em relação à concorrente, ou adeptos do Benfica em relação ao FCP...)

Abaixo vai também o vídeo original, com as reais possibilidades abertas por esta espantosa tecnologia,... sem piadolas.
Podemos rir um bocadito, mas não achar que o Microsoft Surface é tão inútil como dá a parecer a paródia do primeiro vídeo!



Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Coisa feia... a inveja!

Howdy, people!


Tenho ouvido, nos últimos dias, paletes e paletes de comentários, sátiras e muitos etc's em relação ao seu novo visual e, especialmente, à produção fotográfica de Luciana Abreu na FHM, conceituada revista masculina.

E porque vivo com duas mulheres (a minha irmã e a minha mãe), posso verificar mais uma vez aquilo que há muito sabia: as mulheres conseguem ser o diabo, no que toca a criticar outras mulheres. Aliás, basta haver uma rapariga a ter grande sucesso com os homens (ou parecido) para que as outras mulheres se atropelem para tentar expor todos os seus defeitos (ou supostos defeitos).

Ok! Falando mais concretamente, Luciana Abreu pagou uns milharezitos de euros por uns implantes mamários de silicone... Depois pintou o cabelo de louro (cor, aliás, que já tinha utilizado, pouco depois da presença no programa Ídolos, ainda na sua época dos "caracóis"), passou uns tempinhos no solário e, finalmente, posou em trajes reduzidos para a FHM.


Agora pergunto, senhoras (principalmente) que tanto criticam as últimas decisões da cantora/actriz:
Quantas mulheres por esse mundo fora não pagaram já implantes mamários?!
Quantas mulheres não recorrem aos solários para ganhar uma corzita?!
Quantas mulheres não PINTAM O CABELO, meu Deus!!!
Quantas mulheres famosas (ou não) não posaram já para revistas masculinas?!

Por fim, respondam-me:
Onde raio está o escândalo?!

Nem deveria ser obrigado a escrever sobre isto, mas dado o absurdo impacto que está a ter, sinto-me impelido a dar o meu parecer sobre a questão, uma vez que a maior parte das críticas e opiniões são negativas e, perdoem-me, invejosas.

Quanto à mudança de cor de cabelo, pessoalmente não aprovo. Preferia a versão natural ou, tendo em vista uma mudança, uma cor mais escura, tipo preto mesmo!
(Uma rapariga com os olhos que ela tem, com cabelo escuro ficaria um espanto!)
Mas, afinal, o cabelo é dela! Cada um é dono do seu corpo... E como tal, a Luciana tem todo o direito de fazer o que quer dele.

Passando ao solário... Só digo que a corzinha lhe fica muito bem, como ficaria, aliás, a quase qualquer mulher... O facto de ser solário em vez de sol tem tanto de chocante como uma galinha a por ovos...

Quanto às maminhas... Bom... As maminhas são a parte mais complicada, certo?!
O que dizem as autoras das maiores e mais furiosas críticas é que:
"É um exagero..."
"Ela foi gastar milhares de euros em implantes!"
"Como é que os homens a podem achar atraente, com "maminhas" falsas?!"
"Eu, pessoalmente não gosto!"... e tal.

Exagero ou não, a escolha é dela!
Se gastou milhares de euros, ela pode gastar os seus milhares como bem lhe apetece!
Se não entendem os homens, temos uma surpresa para vocês: Nós também não entendemos as mulheres! Gostos são gostos, e não se discutem!
Se as senhoras não gostam... Tenho mais uma novidade: Até declarações em contrário, a Luciana parece ser heterossexual. Portanto, se alguém tem de gostar, para além dela, não são as senhoras, com certeza!

Quanto ao "Ah, e tal! E as criancinhas, quando a virem em trajes menores?!"
Pergunta: As criancinhas nunca foram à praia?! Nunca viram meninas em bikini?!
Aliás, a FHM é, por acaso, revista para criancinhas?! Parece-me que não!

Finalizando, só quero dizer que apoio as mudanças, na medida em que cada um deve fazer tudo o que pode para se sentir melhor dentro do seu corpo.
Para alguns isso significa mudar de penteado, para outros é mudar de sexo... E para outros é instalar implantes e bronzear-se no solário!

Quero apenas acrescentar que, se ela já era linda com os seus olhos azuis e o seu sorriso contagiante, ficou extremamente sensual depois desta mudança!
A isto tudo, ainda consegue adicionar simpatia e um enorme talento (para a música, não tanto para a representação...)!
Desde já os meus sinceros parabéns à Luciana!


Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

PS: E ela ainda nem posou para a Playboy!
Segundo dizem, esta nova mudança é inspirada na "rainha dos baixinhos", a Xuxa. Que posou para a Playboy, fez um filme "semi-erótico" e, ainda assim - Espantem-se! - não há histórias de criancinhas traumatizadas por isso!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

KITT

Quem não se lembra da famosa série "Knight Rider" (em Portugal conhecida por "O Justiceiro"), das aventuras de David Hasselhoff, mas principalmente do famoso "Knight Industries Two Thousand", ou K.I.T.T.



Parece que ainda este ano vai sair um filme desta série, que não vai sair para cinema e vai estrear-se directamente na televisão (em princípio vai depois surgir uma nova série :D). O filme vai contar, não com Michael Knight (a personagem de David Hasselhoff), mas com o filho do personagem, protagonizado por Justin Bruening.


Eu pensei: "Ena pá, que bom, era uma série que eu adorava! Paciência, não tem o Michael Knight, mas tem o Kitt!!". Pois, era bom demais para ser verdade...
Acontece que da série original, o filme tem só mesmo o nome já que o K.I.T.T. é outro. O novo K.I.T.T, ou "Knight Industries Three Thousand", é uma evolução do anterior, o que até acho bem (os tempos são outros), mas enquanto o primeiro K.I.T.T. era um Pontiac Trans Am de 1982 sem modificações, o novo é um Ford Shelby Cobra Mustang também sem modificações (ao menos isso). Não que eu não goste do carro, mas podiam ter arranjado algo mais parecido... Pode ser que me habitue, mas para mim não é a mesma coisa. Vejam as diferenças:



quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Os Espelhos da Alma

Howdy, people!

Muitos são castanhos. Menosprezados e ditos como demasiado comuns… Corriqueiros e simples castanhos. Alguns chegam mesmo a ser, de tão castanhos, praticamente negros. Que nem duas azeitonas pretas cuja única claridade provém do vazio brilho da reflexão da luz.
Uma minoria é vista como sortuda por tê-los azuis. Alguns são azuis que nem duas gotas de água cristalina. Chegam a ser tão azuis e tão claros que nos parecem quase transparentes.
Há ainda outro tipo… Há… Mas são verdes!
Alguns são verdes escuros como uma floresta impenetrável e sombria. Tão escuros que chegam a parecer “castanhos leais”.
Outros são simplesmente verdes. Verdes numa perfeita combinação de luz e contraste, que parecem ter sido desenhados pela mão de artistas.
Há ainda outros verdes que de tão claros chegam a fazer frente aos azuis na tabela das cores mais desejadas…

Queremos tê-los o mais claros possível, e fugimos do castanho a sete pés… nem que isso signifique lentes de contacto coloridas.

Sentimo-nos como o Benfica em 2º lugar quando os temos verdes escuros. Pois, apesar de serem verdes, ficaram pelo caminho, no escuro, tão escuro que somos obrigados constantemente a corrigir algumas pessoas dizendo:
“Não são castanhos. São verdes!”

Se os temos verdes claros já nos sentimos mais favorecidos. Mas quando vemos um par da cor do céu pensamos… “Bolas! Este tem-nos mais bonitos que os meus!”

Quando os temos azuis… Quando os temos azuis é como se dominássemos o mundo! Somos reis d’aquém e d’além mar! Se alguém tem os olhos bonitos, somos nós! Nós que olhamos para o mundo com duas lanternas que iluminam o mais escuro e sombrio dos becos.

No final deste campeonato deixa-se de lado os castanhos, que lutam para não descer de divisão. Obriga-se à acomodação ao meio de tabela por parte dos verdes escuros, e provocam-se espantosos “derbies” entre azuis e verdes claros.

Mas quando paramos um pouco e olhamos com calma, encontramos azuis tão feios que nos causam repulsa… Verdes claros tão vazios que, por mais transparentes que pareçam, não nos deixam ver absolutamente nada.
Encontramos verdes escuros carinhosos e castanhos tão belos e leais que nos apaixonamos imediatamente.

Em centésimos de segundo, somos apanhados numa ratoeira e aquele que luta para não descer faz uma segunda volta de campeonato que lhe permite ultrapassar azuis claros, azuis escuros, verdes de toda a espécie e, no entanto, são castanhos. Simples, comuns, humildes e honestos castanhos…

São castanhos tão estranhamente translúcidos que deixam passar quantidades industriais de carinho, ternura, suavidade e de uma beleza sem igual. Passamos então a reparar em cada detalhe… Na forma como o sol cria neles uma cor dourada, transformando-os em duas gotas de doce e puro mel.
A forma como o olhar deles nos transmite paz e harmonia de um modo absolutamente divino…

Só então, com esta paragem para pensar e ver dentro desses castanhos é que nos apercebemos da grande verdade, que toda a gente sabe mas ninguém assimila: É que a beleza está nos olhos… mas nos de quem vê!

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Acordo Ortográfico... o caraças!

Howdy, people!
Antes de mais, desejo um excelente ano de 2008 a todos os leitores do Bullions!
Continuando...

No outro dia, estava eu a ver televisão, quando tive conhecimento de uma das coisas mais estúpidas, revoltantes e degradantes que já passaram pelas cabecinhas dos nossos representantes!

Ouvi falar disto num programa do qual nem sou grande fã, e que dá pelo nome de "Prazer dos Diabos". Apesar de ver, de vez em quando, algumas coisas engraçadas discutidas à mesa, sinto um enorme desprezo e antipatía pelo senhor José Pina, interveniente permanente no programa desde os tempos da SIC Comédia.
Ainda assim, o assunto prendeu-me ao televisor, e fiquei a ver.

Até então, desconhecia tal projecto ou ideia por parte dos representantes culturais de Portugal e Brasil, mas fiquei chocado ao saber do plano de levar a cabo uma "uniformização da língua portuguesa escrita nos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa".

Fui saber mais e, ao que parece, este Acordo Ortográfico já tem quase 18 anos. Nasceu de uma vontade de criar normas e regras ortográficas comuns para o Português escrito em Portugal e no Brasil, alargou-se então aos restantes países de Língua Portuguesa e, desde que era prevista a sua aplicação pela primeira vez, em 1994, já deu voltas e voltas com acordos falhados e atrasos nas ratificações por parte dos vários países envolvidos.

Ora, ultimamente espera-se pela ratificação de Portugal, numa altura em que o Brasil e os outros países (anteriormente os atrasados nas ratificações) esperam ansiosamente pelo final do processo por parte do berço da língua.
O Brasil começou a pressionar, e vem agora anunciar que quer a resolução do Acordo Ortográfico para daqui a um máximo de 2 anos.

Agora vamos analisar as coisas...
Antes de mais, quem são os brasileiros para virem fazer exigências e ultimatos?!
Depois temos de ver o que prevê o Acordo Ortográfico, afinal:

Segundo consta, estão previstas alterações na ordem dos 1,6% do vocabulário português, contra 0,5% de alterações ao vocabulário brasileiro.
Não é preciso ser um génio (ou devo dizer, "gênio"?!) para descobrir que há aqui qualquer coisa mal!

Enquanto as alterações na escrita dos brasileiros se resumirão à eliminação de alguns acentos, aos portugueses caberá a tarefa de eliminar as chamadas "consoantes mudas" que muito diferenciam o Português do Brasileiro, entre outras coisas.

Basicamente, se isto for para a frente, passaremos a ter jogos de "ação" (e não de "acção"), diremos que o ar está "úmido" (e não "húmido"), apanharemos boleia no "elétrico" naquela "direção" (em vez de boleia no "eléctrico" naquela "direcção), e tudo será "ótimo" (e não "óptimo", como tem sido até agora).

Todas estas mudanças, dizem os responsáveis, têm um objectivo (perdão, um "objetivo") claro:
Simplificar!
Quanto a mim, sou totalmente a favor de simplificar!... Aliás, deveríamos era simplificar mais vezes! E temos muita coisa para "simplificar", neste país.
Não acho é que a forma de escrever dos países da CPLP seja uma prioridade! Mas, mesmo tomando isto como prioridade, acho que ainda há aqui um enorme equívoco!

Respondam-me, leitores do Bullions, que tenho uma dúvida que me atormenta:

Quando os brasileiros descobriram Portugal, porque é que adoptaram (perdão, "adotaram") o nome "Português" para a língua deles, que nós, entretanto, profanámos?!

Ahhh!!! Pois é!... É isso!!! Está explicado:
É que nós é que os descobrimos a eles!...
E,... espera lá... A sério?! A língua é originalmente nossa e eles é que a profanaram ao longo destes anos?!
Ahhh!!! Daí chamar-se Português, então!... Faz sentido!

O que, se calhar, não faz sentido nenhum é, depois de mais de 865 anos de história, aceitarmos um acordo que vai fazer com que adoptemos (perdão, "adotemos") o Brasileiro como língua oficial!
(E não me venham dizer que aquilo é Português, porque não é!)

E sabem o melhor?! O Brasil é, de toda a CPLP, o país que menos terá de alterar a sua escrita! Não só em relação a Portugal, mas em relação a Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Guiné-Bissau.
Faz mesmo pensar porque raio se chama Português e não Brasileiro, não faz?!

Bom, em jeito de término de declaração, deixo aqui marcada a minha revolta por se estar a querer fazer isto, e a prever estas alterações, sem primeiro consultar os portugueses! E não estou a falar dos engravatados que vão assinar o acordo!
Estou a referir-me àqueles que eles vão representar: o povo português!

Sem dúvida que será uma tremenda falta de respeito e uma enorme violação da democracia, que se avance para o Acordo Ortográfico sem antes fazer um referendo. Um referendo exclusivo para portugueses nascidos em Portugal, de preferência! Porque, se formos pegar nos naturalizados, daqui a uns anos estamos todos a escrever e a FALAR Brasileiro!

Por fim, quero dizer que nunca, seja qual for o desfecho desta novela (piadola... perceberam?! Brasil... novelas... Não?! Adiante...), no que depender de mim, o Bullions continuará a ser lido sempre em Português, e não em Brasileiro!

Mais depressa se lerá em Inglês (através das expressões que normalmente uso, claro), do que nesta deturpação descarada do Português que nos querem impingir, e que representará, provavelmente, a maior castração cultural e atentado à Língua Portuguesa, em toda a sua história!
Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p

PS: Que tal um boicote a esta palhaçada do Acordo Ortográfico?! Ou um abaixo-assinado...
Estamos sempre a circular abaixo-assinados para coisas que não interessam (tipo o regresso do Figo à selecção), porque não um a sério, agora?!
Esta sería, definitivamente, uma boa razão para fazer-mos um, e mostrarmos aos nossos representantes que queremos continuar a escrever em Português de Portugal, ainda que alguns (nomeadamente alguma malta jovem) estejam constantemente a dar biqueiradas na gramática!
Em bom "streetuguês": Tugas4ever!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Alguém me abre a porta?!

Animado frame a frame...



...por Pascal Campion.

:B

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Orgulhosamente Hetero!

Howdy, people!

Quase de certeza que já repararam nos outdoors da nova campanha da cerveja Tagus.
A marca portuguesa apresentou-nos dois outdoors "simétricos": num deles, um grupo de rapazes rodeia uma rapariga, e noutro, um grupo de raparigas rodeia um rapaz...
Tanto num como noutro, podemos ler em letras garrafais "ÉS HETERO?". A marca convida-nos ainda a registarmo-nos em http://www.orgulhohetero.com/. Uma vez registados, poderiamos conhecer pessoas do sexo oposto, e mesmo comunicar com a marca mais directamente... A ideia sería criar uma espécie de sociedade online, provavelmente ao estilo "Hi5", ou "Facebook". Organizar-se-íam festas entre os membros da comunidade, conversar-se-ía em chats e fóruns, etc.

Ora, pouco tempo depois de serem expostos, os outdoors provocaram uma enorme onda de revolta e mal-estar em muitos elementos da comunidade gay portuguesa.
Começaram a escrever-se artigos quase "anti-Tagus" em blogues afirmadamente homosexuais. Os bloguers gays e lésbicas portugueses começaram a expressar a sua repulsa pela campanha em textos apaixonados de um "Orgulho Gay" que fazem questão de promover...

Aqui, no Bullions, decidi escrever também sobre esta campanha, mas ao invés de deitar abaixo, levanto aqui os polegares para a cerveja Tagus!

Antes de mais, deixo aqui bem claro que sou heterossexual, mas que, apesar disso, não tenho nada contra quem se sente mais feliz com pessoas do mesmo sexo (isto só para não me aparecerem aí alminhas a chamar-me homofóbico).
Aliás, sou inteiramente a favor do casamento gay (a nível civil) e da adopção de crianças por parte de casais de homossexuais! Sinto ainda repulsa por acções homofóbicas e campanhas contra a homossexualidade, que tentam dá-la como um crime, um pecado, uma doença, ou outra coisa do género...

No entanto, este caso é diferente!
Primeiro, chamem-lhe o que quiserem, mas esta foi uma manobra de marketing genial, por parte da Tagus! Senão vejamos:

Antes disto, quantos se lembravam da marca Tagus quando pensavam em cerveja portuguesa?!
Poucos, certo?! A maior parte das pessoas pensa logo nas cervejas mais populares como a Sagres e a Superbock, que são as duas maiores marcas de cerveja e com maior orçamento, em Portugal. Mas agora o nome "Tagus" está na boca do povo português, e tudo se deve a dois simples outdoors que não tinham nada de espectacular, tirando o facto de referirem, pela primeira vez em Portugal, um conceito que já se tinha mostrado, por exemplo, no Brasil (sem com isto querer dizer que estão, de alguma forma, relacionados).

Continuando, esta é uma campanha em que a Tagus (perdoem-me a piadola) mostrou ter tomates! Trouxeram para Portugal uma campanha que vai contra o que é políticamente correcto, sem ser activamente contra as campanhas contrárias, como o "Orgulho Gay".

Além disso, quem se der ao trabalho de visitar o sítio oficial da marca, pode ver que esta campanha se insere num grupo de campanhas que tem como tema a nova imagem da Tagus: "Cerveja de Verdade".
A campanha pega em conceitos, ou preconceitos, da nossa sociedade e vira-os ao contrário. Pegam ainda realidades diferentes para fundamentar esses conceitos simétricos aos tradicionais a que se referem.
Por exemplo, um dos novos conceitos a par do "Orgulho Hetero", é o "Cerveja é coisa de menina" (para lerem a explicação desta e das outras "verdades" da Tagus, basta irem ao sítio oficial da marca em http://www.tagus.pt/, se tiverem mais de 16 anos, claro... senão vão parar ao sítio da Sumolis, marca a que pertence a Tagus, a Lipton e a Sumol, entre outras).

Pude ler, entretanto, em alguns blogues defensores dos direitos dos homossexuais, como o Panteras Rosa, alguns dos artigos mais estúpidos de sempre! Apesar de apoiar a causa e de defender que todos temos o direito de fazer os possíveis por sermos felizes, acho que é estúpido juntar uma campanha como a da Tagus que, no máximo, poderá ser vista como uma campanha "pró-hetero" (e não "anti-homo"), a vários acontecimentos passados relacionados com a homofobia.
Pergunto ainda o que é que tanto ofende a estes homens e mulheres homossexuais, nesta campanha?!
Quero dizer... Eu, como heterossexual, não me sinto minimamente ofendido pelas campanhas como o "Orgulho Gay"! Acho até muito bem que se seja "orgulhosamente gay"!... Portanto, não vejo qual será o mal de se ser, por outro lado, "orgulhosamente hetero"!

Não estou aqui a tentar dar parte de "machão", mas acho que, antes de escrever um artigo sobre o que quer que seja, qualquer blogger (como qualquer escritor, colunista ou crítico) tem de ter uma boa base de pesquisa.
Pelo menos, (e referindo-me a este caso em particular) há que se dar ao trabalho de ir pesquisar sobre a marca e perceber a base das campanhas, antes de as criticar! E, claramente, os autores do Panteras Rosa não se deram a esse trabalho, e acabaram por caír na estupidez, e na vitimização crónica e obcessiva.

Por fim, a Tagus deixa ainda uma mensagem para todos aqueles que se sentiram ofendidos com a campanha, no endereço onde sería a base da tal comunidade "hetero" (http://www.orgulhohetero.com/), mas que está, nesta altura, inoperacional.

Fiquem bem, malta!... E portem-se mal!
Peace ;p